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Rufus Wainwright

Maio 11, 2008

Foi sofrido comprar um ingresso para assistir a Rufus Wainwright. Ainda mais na platéia VIP. E depois de um mês de espera, finalmente chegou a noite de nove de maio em que ele se apresentaria no Via Funchal – a ansiedade pela mesma acentuada quando foi anunciado que sua irmã, Martha Wainwright, dividiria com ele o palco para divulgar seu novo disco, com o genial nome I Know You´re Married But Ive Got Feelings Too.

A idéia de um solo show pode parecer meio tediosa. Afinal, vai ser o cara com microfone, violão e piano, e é isso. Muitos dos arranjos das músicas do Rufus são de grande complexidade ao ouvido leigo – a crítica até já disse, dada vez, que o Rufus tem um estilo próprio entitulado popera – e imaginar-se-ia que muita coisa se perderia e seriam minutos arrastados de performance.

Ledo engano. Com aquela voz, e com um carisma pra contornar as situações desagradáveis, Rufus foi um entertainer de marca maior pra uma Via Funchal lotada. Além dos chites em palco e o patente bom humor, o músico fez jus ao título singer-songwriter e fora cumprir a tabela com Not ready to Love, Hallelujah, Going to a Town e Poses, fez clássicas brincadeiras com Judy Garland e estreou a Who Are You New York.

Sem dúvida, o melhor show da minha vida.

Aos poucos, vou colocando mais vídeos do show no meu Canal do YouTube.

Um comentário

  1. Assisti hoje Banquete do Amor. E em uma das melhores partes do filme, a trilha sonora era… Hallelujah…



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